Ééééégua!
Arre diacho! Eu morro e não vejo tudo.
Domingo,deixei minha bicicleta devidamente acorrentada numa árvore,
Ali pertinho do Hotel Arpoador Inn.
Pôr-do-sol, champanhe, ostra, jazz...Um paraíso tropical.
Eu já tava no ritmo da próxima novela das 8, do Gilberto Praga.
Quando voltei, não só não encontrei a minha bicicleta,
Como o ladrão que a furtou,cortou parte da árvore pra roubar minha caloi.
Geeeeeente,
Dai a César o que é de César Maia!
Alô, Sergio Cabra-marcado pelo desgoverno do Rio,
Eu queeeeeero a minha caloi!
Havia uma relação afetiva entre meu cuerpo e aquela bicicleta ...
Levei duas quedas e fui ao chão esfregando a "perseguida" no assento.
Minha bike era uma extensão da minha pele.Sabia até meu período fértil.(Que aliás,é todo dia!)
Viiiiiiiiiiiiiixe!Ui!
Agora, foi-se o burro e carga de farinha!
Como eu prefiro fazer ménage à trois, do que fazer
homenagem pra quem eu não conheço,
Corta pro aniversário do Rio de Janeiro.
2+2=4
+2=42
442 noves fora, nada!
Pagamos o imposto da beleza no purgatório do caos.
O CAOS, é um CASO desorganizado...
Como diz o outro,carioca já nem liga mais pra bala perdida.
Entra por um ouvido e sai pelo outro.
Ô derroooota!
Pior,eu quero distância da distância do Rio.
Escolhi a "Cidade Maravilhosa"como abrigo para o meu humor e meu corpo!
E quem vai ser VIP na missa de sétimo dia da próxima vítima?
Bom...Aí, já é outra no(vela).
E a mudança,é uma dança muda?
Que nada!Vamos ”furar o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio”.
Salve a Mulher de Branco!
E vamos tomar um ORALgésico porque o ANALgésico tá de lascar.
Beijos e carinho sem ter fim pra você, leitor do Tri-cortando!
E viva o Rio de Janeiro a Janeiro!
DáDáDá